Quando resolvi postar mais alguma coisa sobre segurança, só tinha o tema. Faltava o assunto. Ao comentar isto com a Dani, do Ah! Tri Né!, prontamente veio a sugestão: “- Por quê tu não escreves algo sobre segurança de cães no carro, guri?”. Vindo da musa da blogosfera, não pude negar o pedido.
Segundo estatísticas geradas pelos “Crash-Tests” de muitos veículos, e ao longo do tempo, ficou constatado que basta um impacto a uma velocidade de 40km/h para que uma pessoa ocupante do banco traseiro (sem o cinto de segurança) seja lançada para a frente com força suficiente para esmagar quem está no banco da frente e ainda atingir fortemente o pára-brisas.
Um Rottweiler, um Pastor Alemão ou um Labrador, pesa facilmente 40 kg, e corre praticamente o mesmo risco que uma pessoa adulta. E mesmo um cão pequeno como um York Shire, ou um Poodle, pode sair voando e se machucar seriamente. Então, qual é a dica?
Fácil de se encontrar em Pet Shops, o equipamento mais simples que pode ser usado nada mais é do que uma coleira peitoral, que será presa ao fecho do cinto de segurança traseiro. A lei determina simplesmente que o cão não possa ter contato com o motorista enquanto este dirige. Para veículos versão hatch-back (como Palio, Gol, Corsa e Fiesta) ou peruas (como Palio Weekend, Parati, Corsa Wagon), tem-se a opção das grades divisórias, para levar nossos amigos no bagageiro.
Se o passeio de carro for na verdade uma viagem, não se esqueça de evitar dar comida ao seu amigão cerca de 8 horas antes da viagem. Melhor ele sentir um pouquinho de fome do que passar mal durante o trajeto. Evite dar grandes quantidades de água também, pelo menos umas 3 horas antes de partirem. Paradas de 10 ou 15 minutos, a cada 2 horas, irão fazer milagres pelo bem estar do cão. Tempo suficiente para esticar as pernas, fazer um xixi, e tomar um golinho d´água e já estamos prontos para andar mais 2 horas.
Agora é só aproveitar o passeio!
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